Os
externos que ficam entre o seu corpo e a calcinha, absorvendo o fluxo fora do organismo.
E os internos que são inseridos na vagina e absorvem o fluxo antes mesmo dele
sair do seu corpo.


Normalmente,
à noite o fluxo diminui, não precisando fazer a troca durante a noite. A não
ser que fique encharcado. Para ficar mais tranquila, use um absorvente maior,
indicado para o período noturno.

Os
absorventes internos possuem tamanhos diferentes. Meninas virgens podem usar
tampões, mas deve-se passar ao ginecologista antes. Usa-se o tampão de menor
tamanho. Se a vagina da garota for estreita demais, é melhor esperar mais
alguns meses para se usar esse método. A grande vantagem é que pode ser usado
em praias e piscinas mesmo estando menstruada. Lembre-se de trocá-lo quando
sair da água. Quando a base da vagina estiver mais úmida ou quando o cordão
estiver sujo de sangue, está na hora de trocar. Se puxar levemente o cordão e o
absorvente se mexer com facilidade, é porque está na hora de trocá-lo.
Lave
bem as mãos antes e depois de colocar o absorvente (seja interno ou externo).
Depois da troca, enrole o usado no papel higiênico ou num saquinho plástico e
coloque-o no lixo. Serve folha de jornal velho. Privada não é lugar de
absorvente usado, pois pode causar entupimentos.

Quando
se limpar, passar sempre o papel higiênico da frente para trás. Assim você
evita levar bactérias que vivem na região do intestino e do ânus para a região
da vagina, o que pode causar infecções.
Fonte:
BOUER, Jairo. O corpo das garotas.
São Paulo: Editora Panda, 2008.
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